quarta-feira, setembro 18

VOYAGER 1 ABANDONA SISTEMA SOLAR E CHEGA AO ESPAÇO INTERESTELAR




         Enviada ao espaço em 1977, a sonda Voyager 1 registrou hoje que completou sua saída do Sistema Solar, encontrando-se agora em espaço interestelar, ou seja, fora do alcance da influência de qualquer estrela. A última distância registrada foi de 19 bilhões de quilômetros do Sol, sendo assim o primeiro objeto feito pelo homem a chegar tão longe.

        A sonda foi criada para explorar os planetas mais externos do nosso sistema solar e, em seguida, deveria seguir para o ponto mais distante que conseguisse. Com isso, 36 anos depois de deixar a Terra, Voyager 1 continua completamente operante, excedendo as expectativas da comunidade científica.

        Junto com o equipamento, foi enviado um disco de ouro com duas mensagens gravadas, uma em inglês, de uma criança dando saudações a qualquer raça alienígena que possa encontrar a sonda e outra em português, sendo dita por uma mulher.

             Para comemorar a marca nunca antes atingida, vários cientistas produziram o vídeo que você confere acima enviando um mensagem para a Voyager 1.









Fonte: TecMundo



Você sabia que o tempo passa mais devagar para as moscas?



      Uma nova pesquisa talvez tenha encontrado uma explicação para o fato de termos tanta dificuldade em matar uma simples mosca: o tempo passa mais devagar para elas. Em uma analogia com a famosa cena de Matrix, em que Keanu Reeves desvia com habilidade de uma série de balas, o The Guardian explica que um jornal enrolado que vem em direção à mosca tem um efeito semelhante.
        Assim como Reeves, a mosca tem bastante tempo para escapar. E isso não acontece apenas com elas. O estudo sugere que vários animais têm percepções diferentes do tempo, já que esse fator está diretamente relacionado ao seu tamanho. Em geral, quanto menor o animal, mais devagar o tempo passa.

Oscilações da luz

          Os pesquisadores apontam que a evidência vem da habilidade dos animais de detectar separadamente os flashes da oscilação da luz. O jornal explica que a “frequência crítica de fusão de oscilação” é o ponto em que os flashes de luz se encontram, para que a luz pareça um elemento constante. É esse ponto que indica a noção de tempo. Estudos comparativos do fenômeno em diferentes animais mostraram que existe uma relação entre essa percepção e o tamanho.