sábado, maio 18

A HISTÓRIA DA TEORIA ATOMÍSTICA








           Demócrito (c. 460 – 370 a. C.) era natural da cidade portuária de Abdera, na costa norte do mar Egeu.

         Considerado o último grande filósofo da natureza, Demócrito concordava com seus antecessores num ponto: as transformações que se podiam observar na natureza não significavam que algo realmente se transformava. Ele presumiu, então, que todas as coisas eram constituídas por uma infinidade de partículas minúsculas, invisíveis, cada uma delas sendo eterna e imutável. A estas unidades mínimas Demócrito deu o nome de átomos.

             A palavra átomo significa indivisível. Para Demócrito era muito importante estabelecer que as unidades constituintes de todas as coisas não podiam ser divididas em unidades ainda menores. Isto porque se os átomos também fossem passíveis de desintegração e pudessem ser divididos em unidades ainda menores, a natureza acabaria por se diluir totalmente.

           Além disso, as partículas constituintes da natureza tinham que ser eternas, pois nada pode surgir do nada. Neste ponto, Demócrito concordava com Parmênides e com os eleatas. Para ele, os átomos eram unidades firmes e sólidas. Só não podiam ser iguais, pois se todos os átomos fossem iguais não haveria explicação para o fato de eles se combinarem para formar por exemplo rochas ou mesmo seres.

Por que fica escuro quando apagamos a luz?


A pergunta pode parecer boba, mas a resposta revela algumas curiosidades sobre o comportamento das ondas eletromagnéticas.
  






              Por que fica escuro quando apagamos a luz? “Porque sim” não é resposta, apesar dos nossos pais nos terem dito isso incontáveis vezes, quando éramos crianças. Para onde vai essa luz que acabamos de apagar? Ela deixa de existir? Vai para outro lugar? Ou vira outra coisa?


            A resposta está mais perto da última opção. A luz, como uma das muitas ondas eletromagnéticas que nos circundam, é uma das pouquíssimas visíveis aos nossos olhos. Há toda uma gama de outras frequências de ondas eletromagnéticas que não somos capazes de ver.

               Quando desativamos o disjuntor de luz, os elétrons dos átomos que só emitem a luz visível deixam de ser estimulados e passam a emitir apenas radiações de outras frequências.

         A luz que vemos e as cores são radiações desses elétrons dos átomos que respondem com frequências próprias à energia que recebem. Quando apagamos a luz, a energia que estávamos dando a esses átomos sai deles, agora como outra “espécie” de luz, em outras frequências invisíveis para nós.

Fonte: Megacurioso